18 de janeiro de 2011

Mas pelo quê?

Uma vez li um livro chamado "Cantos do Passaro Encantado"
Havia uma crônica, não me lembro o nome neste momento. Falava sobre essa coisa de paixão.
Lembrei-me de um Autor, estudioso que aprecio demais, chamado Freud.
A cronica dizia que, quando nos apaixonamos, nosso cérebro funciona como uma grande galeria de arte, mas que está no escuro.
De repente, uma luz se ascendo em um dos quadros e o ilumina, trazendo a tona toda beleza de sua arte. E isso nos lembra que ele está lá. Que simboliza algo que apreciamos, que admiramos, mas de certa forma estava escondido.
O nome disso é subconsciente. Ele guarda muitas surpresas pra gente.

Pensei então que, da mesma forma que ilumina quadros lindos, nosso cérebro as vezes dá enfase as artas negras. Relembra as coisas que não gostamos, os motivos para evitarmos certos lugares, certas situações...

Se, quando ele ilumina quadros lindos, isso é paixão, pergunto a Rubem Alves: e os quadros negros, o que são?


Luiz, filosofando...

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